Venezuela reinventou ditadura à base de mentiras
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Nicolás Maduro foi preso na condição de chefe do narcotráfico e levado para os Estados Unidos.
O fim do narcoditador Nicolás Maduro devolveu às telinhas preciosos documentários sobre a tragédia da Venezuela, lembrando-nos dos facínoras que reinventaram a ditadura, por meio do controle de um Legislativo acuado, eleições fraudadas (e ai de quem as criticasse), não sem antes de tornar inelegíveis e prender adversários. E exportaram o definido no Foro de São Paulo, acusando adversários de “atentado contra a democracia” e os tachando de “traidores da pátria” e etc.
Modelito cara-de-pau
Chamavam críticas à “desinformação” ou de “fake news”, mas, quando se sentiam acuados, recorriam à velha mentira da “defesa da soberania”.
Ditadura planejada
Antes da ditadura descarada, a Venezuela se viu sob ditadura disfarçada, “relativa”. Os golpistas seguiram um método, o plano chavista.
Liberdade cancelada
Após tornar inelegíveis, prender e matar opositores, o regime de Chávez e Maduro fechou emissoras e jornais, prendeu e matou jornalistas.
Máscaras rasgadas
Maduro no xilindró, a ditadura prendeu 14 jornalistas, profissionais como os que no Brasil preferem defender o tirano e atacar o xerife “malvadão”.

Lula (PT) com o senador Davi Alcolumbre – Foto: redes sociais.
Governo aposta no Senado para manter veto
O governo aposta na melhora na relação entre o Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para manter o veto ao projeto da dosimetria. Na Câmara, as planilhas governistas que circulam já dão o jogo como perdido. Lula e Alcolumbre estavam às turras, mas um jantar fora da agenda, em dezembro, colocou panos quentes na relação. Para derrubar o veto, é preciso de 41 votos no Senado e 257 na Câmara.
Espreme que vai
O projeto passou com 48 votos no Senado, a meta do governo, que já trabalha nisso mesmo no recesso, é virar ao menos oito.
Pode esquecer
Na Câmara, que gestou o projeto da dosimetria, o cenário é mais desfavorável. Passou com folga: foram 291 votos pelo texto.
Logo ali
Sempre no radar, uma alternativa governista está no outro lado da Praça dos Três Poderes: judicializar no amigável Supremo Tribunal Federal.
Pasta enfraquecida
Ricardo Lewandowski já não escondia dissabor como ministro da Justiça e Segurança Pública, pasta enfraquecida e penando sem orçamento. Provável separação da Justiça e da Segurança só antecipou a saída.
Pura vaidade
Apesar de celebrar o acordo comercial costurado entre Mercosul e União Europeia, vaidoso, Lula ainda murmura que gostaria que o aceite tivesse saído no mês passado, quando o Brasil presidia o bloco sul-americano.
Malha Judas
Eleita na esteira bolsonarista, a senadora Soraya Thronicke (Pode-MS), agora lulista de carteirinha, não foi perdoada por seguidores (e eleitores) ao dizer que vai votar para manter o veto contra a dosimetria.
Questão paroquial
Se no plano nacional PP e União Brasil desembarcaram do governo Lula, no Ceará a água corre para o outro lado. Há conversas com o PT para compor apoio ao plano de reeleição do governador Elmano de Freitas.
Insegurança jurídica
Tereza Cristina (PP-MS) criticou veto de Lula ao projeto de regularização de imóveis rurais em faixas de fronteira. A senadora diz que isso prejudica produtores e que pretende derrubar o veto no Congresso.
Sumiu!
Com a fila do INSS batendo os 3 milhões de brasileiros na espera, o senador Jorge Seif (PL-SC) cobrou o presidente Lula, “Onde está o governo que ‘cuidaria do povo’?”. Diz que ficou só no discurso.
Saudade do ex
Mario Frias (PL-SP) lembrou que, enquanto o ministro Camilo Santana (Educação) bate bumbo para o aumento real de R$18 para os professores, na gestão de Jair Bolsonaro o reajuste foi de 33,24%.
Barraco
Terminou em confusão a visita do vereador Rubinho Nunes (União-SP) à USP. O parlamentar foi desmentir conversa mole sobre o 8 de janeiro e a confusão acabou instalada, com direito a safanões e gritaria.
Pensando bem…
…cartão master já teve outro significado.